Se “maktub” significa “tinha que acontecer”, então não existe palavra melhor para nos descrever…

Posted 19 September 2014, 1 day ago | 1,776 notes | reblog this post
(originally gostosadzona / via alahaine)
Posted 19 September 2014, 1 day ago | 45,329 notes | reblog this post
(originally opedaletra / via amordevampira)
Sempre te amarei mais a cada nascer do dia. Te amarei por dias, horas, meses, anos. Te amarei nos dias chuvosos. Te amarei ainda mais nas horas de alegrias. Te amarei em todas as estações. Te amarei por tudo, ou apesar de tudo. Te amarei com todo o meu coração, e para sempre. E é só contigo que a vida fica mais bonita.
Cássia Ellen.    (via impreparada)
Posted 19 September 2014, 1 day ago | 9,213 notes | reblog this post
(originally valiosos / via feelings-undefined)
Meu amor, já tem endereço, lugar e propriedade fixa no meu coração. Meu amor já me conquistou mil vezes, e ainda me conquista. Meu amor, com você quero todo amor do mundo, toda paixão possível e impossível. Todo aquele clichê de casar, ter filhos, um cachorro, seria muito pouco pra gente. Com você sou mais eu, sou mais feliz, sou mais gente. Meu amor sabe me cuidar, sabe me esquentar nas noites frias, sabe me fazer rir do nada, sabe me da tesão. Com você meu amor, ainda quero beijar milhões de vezes debaixo da chuva, ver mais centenas de filmes de comedia romântica, ainda mais beijos no sofá, e ainda mais amor debaixo do edredom. Sem tu meu amor eu não conseguiria viver nem mesmo um minuto, muito menos uma vida.
Meu amor é você. Cinara Gomes (via flagelar)
Posted 19 September 2014, 1 day ago | 578 notes | reblog this post
(originally flagelar / via garota-demanias)
Ontem estava me sentindo tão triste, assustado, desesperado… Nunca me senti assim, tão insuficiente, sozinho e sem rumo. Deitado da minha cama, sem ter com quem falar, ví a situação piorar quando olhei ao meu redor e só tinha o travesseiro para me consolar.
Efeito Colateral.  (via supostos)
Posted 19 September 2014, 1 day ago | 2,156 notes | reblog this post
(originally supostos / via supostos)
Quando eu era pequena, morava do lado de um velho meio louco que tinha três cachorros. Pra cada um deles ele tinha dado o nome de um cantor que gostava: tinha o Renato Russo, o Cazuza e o Raul Seixas. Só que ele não batia muito bem da cabeça, sabe? Ele maltratava muito os bichinhos. E quando ele bebia, batia nos cachorros. Muito. Lá de casa eu ouvia os coitadinhos ganindo, chorando. Às vezes não aguentava, chorava com eles. O que mais me entristecia é que todo mundo fingia que aquilo era algo completamente normal, só pelo fato de o cara não regular muito bem. Não era normal. Pra mim ele era um monstro. Então, assim, num dia qualquer que ele tinha saído pra trabalhar, sem pensar muito, soltei os cachorros dele. Todos os três. Renato Russo não conseguia nem abrir um dos olhos direito por causa da surra do dia anterior. Correram rápido sem olhar pra trás, quase me derrubaram quando passaram por mim pelo portãozinho da entrada. Quando o velho voltou, ficou enfurecido ao ver que os seus cachorros tinham fugido; ele gritava e bradava aos sete ventos que ia descobrir quem tinha aberto o maldito portão. Fiquei com medo. Sabia que, se ele me descobrisse, iria me fazer muito mal. Ele era capaz de fazer mal à qualquer um, não tinha escrúpulos. No dia seguinte ele empreendeu uma busca mal-sucedida pela vizinhança; alguns vizinhos ajudaram, mas todos sabíamos que àquela hora os três cães já estavam muito longe dali. Só o homem ainda tinha esperanças que eles voltassem um dia, e toda manhã colocava um pote cheio de ração em frente à porta, chamava pelos cachorros. De madrugada eu podia jurar que conseguia ouvir um “Renato Russo! Cazuza! Raul Seixas!” cortando o silêncio da noite. Às vezes ele ficava sentado na varanda olhando a rua, tão desolado que eu quase conseguia sentir pena. Quase. Mas eu pedia à Deus baixinho enquanto observava que nenhum deles, nunca, nunca, nunca, voltasse. Depois de um tempo percebi que minhas preces não eram necessárias; eles não iam voltar, de qualquer jeito. Nem Renato Russo, nem Cazuza, muito menos Raul Seixas. Porque diabos eles voltariam? Aquela casa nunca tinha sido o lar deles. Aquele homem nunca tinha sido seu dono. E, sabe, às vezes eu vejo as pessoas fazendo isso umas com as outras, a mesma coisa que o velho maluco fez com os seus três cachorros; vejo gente maltratando uma à outra, espancando o coração de alguém próximo, descontando a raiva em quem tá por perto. E depois, como se nada tivesse acontecido, ainda tem o descaramento de sentar nos degraus da entrada do tempo, esperando pelo retorno das suas vítimas. Ninguém volta pra quem só soube ferir. E isso serve pra todos: tanto cachorros quanto humanos.
Azul Ciano.  (via flores-em-versos)
Posted 19 September 2014, 1 day ago | 235 notes | reblog this post
(originally azulciano / via flores-em-versos)

addelburgh:

farewell

Posted 19 September 2014, 2 days ago | 158,204 notes | reblog this post
(originally addelburgh / via tastefullyoffensive)
Você é a mesma pessoa por quem me apaixonei ontem. A mesma por quem estarei apaixonado amanhã.
Se eu ficar.  (via vigorei)
Posted 17 September 2014, 3 days ago | 5,208 notes | reblog this post
(originally delator / via naoquerosofrerdenovo)
Divido com você
a casa,
a cama, os lençóis
e o chuveiro.
Te dou meu sobrenome, meu endereço.
Divide a vida comigo.
E Seremos duas metades de um inteiro.
Caio Araújo (via teleportear)
Posted 17 September 2014, 3 days ago | 1,548 notes | reblog this post
(originally eterneceu / via biazarur)
Procure conhecer-se, por si mesmo. Não permita que outros façam seu caminho por você. É sua estrada, e somente sua. Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.
Desconhecido.   (via relacerar)
Posted 17 September 2014, 3 days ago | 1,666 notes | reblog this post
(originally hifens / via naoquerosofrerdenovo)








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